Olá. Se você está lendo este texto, significa que se interessou pelo assunto, pela proposta, ou apenas está curioso sobre o que poderei comentar para defender a Nintendo. Primeiramente, gostaria de agradecer sua leitura, pois este é um projeto que há tempos venho considerando tirar do papel. Sou Nicolas Togashi, e irei o acompanhar semanalmente apresentando algum jogo ou alguma mídia que teve grande importância para a minha vida. Escreverei esses textos de maneira informal, colocando meus sentimentos à mostra em todas as publicações da coluna. Mas vamos ao que interessa: Nintendo, e o papel que a empresa desempenhou na minha história.

Meu primeiro console foi um Nintendo 64. No entanto, quem o jogava era meu irmão, e eu passava horas e horas vendo-o avançar nas fases de Mario 64, lutar batalhas épicas em Pokémon Stadium e percorrer insanas pistas em Mario Kart 64. Tudo isso me cativava, aumentando cada vez mais minha curiosidade por estes mundos. Conforme cresci um pouco, passei a tomar o controle, e com o desinteresse de meu irmão, comecei a jogar por conta própria.

AQUELA NOSTALGIA GOSTOSA QUE BATE AO RELEMBRAR DESSES CLÁSSICOS…

Desta vez, quem explorava os mundos era eu. E a cada jogo que eu alugava (porque nesta época ainda se alugavam jogos em videolocadoras), um mundo inteiro se abria. Um dos meus jogos favoritos das videolocadoras era The Legend of Zelda: Ocarina of Time mas, como eu não tinha a miníma noção de inglês, sempre ficava perdido naquele mundo-aberto vasto e cheio de detalhes. E isso não me proibia de explorá-lo, apreciar os visuais e me entreter com as mais diversas mecânicas que o jogo possui.

É isso que torna a Nintendo tão sensacional, em minha opinião. Uma criança brasileira, sem entender nada de videogame e tampouco da língua inglesa, conseguiu aproveitar muito da essência de diversos jogos da empresa. O carro-chefe, os jogos do Mario, não necessitam de uma história escrita para entregarem um produto de alta qualidade, conquistando os jogadores pela experiência proporcionada e jogabilidade bem-otimizada. Zelda, por sua vez, conta com uma história bem-construída, mas a jogabilidade também é fácil de aprender, de forma que só a exploração do mundo do jogo e uma boa apresentação dos objetivos permitem aos jogadores vencer os desafios.

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O MUNDO ERA VASTO E AS DIVERSAS MECÂNICAS E EQUIPAMENTOS TORNAVA A EXPLORAÇÃO AINDA MAIS INTERESSANTE

Seguindo a cronologia, por volta de 2005 ganhei de presente o Nintendo GameCube (sim, eu fui uma das pessoas que nunca teve um PS2), console pouco popular aqui no Brasil, mas que possuía jogos incríveis. Desde jogos completos de Pokémon (Pra quem diz que Pokémon nunca recebeu um RPG em console de mesa, procure por Pokémon Colloseum e Pokémon XD) aos melhores Paper Mario e Mario Kart da história, e incluindo um dos mais belos jogos da série Zelda, o GameCube foi um console pouco conhecido, mas que agregava diversas experiências incríveis aos fãs da Nintendo.

Mais recentemente veio o bem-sucedido Nintendo Wii, que marcou grande parte das minha jogatinas com amigos durante a minha época de escola e ensino médio. Jogos como New Super Mario Bros, Mario Kart Wii, Super Smash Bros, Mario Strikers Charged, Mario Party 8 e Just Dance proporcionavam divertidos momentos de reunião entre amigos, visando um tipo de jogabilidade pouco presente nos jogos das últimas gerações de videogame, o famoso “multiplayer local”.

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E AINDA DIZEM QUE MARIO É TUDO IGUAL… 

Já o Wii U, em minha opinião, foi um dos consoles que menos teve relevância. Com um design meio equivocado, uma proposta que nem sempre funcionava (Parecia um brinquedo de plástico, e a bateria do meu Gamepad acabava muito rápido, além de não poder utilizá-lo muito longe do console), o console contou com ótimos jogos, mas nada que justificasse a aquisição do mesmo. Claro, Super Mario 3D World sempre ficará em meu coração, assim como as remasterizações de Zelda Twilight Princess e Wind Waker, e também o melhor e maior Smash Bros de todos os tempos.

Por fim, estamos na era do Switch. A Nintendo está de volta, com uma ótima recepção do público e dos críticos, lançando um jogo de grande porte por mês. Em menos de um ano já recebemos um novo Zelda (que inclusive chega a ser melhor do que o Ocarina of Time), Splatoon 2 e Arms para os fãs de jogos competitivos, Mario Kart 8, 1,2 Switch e Super Bomberman R para jogar com os amigos, dezenas de jogos independentes e de alta qualidade, como Snipperclips, Binding of Isaac, Fast RMX, Overcooked e diversos outros. Por conta disso, tenho certeza de que o fracasso do Wii U não se repetirá tão cedo, e de que até os maiores “haters” da Big N irão se surpreender com a trajetória do mais novo console.

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 DEZENAS E MAIS DEZENAS DE JOGOS PARA RECHEAR A BIBLIOTECA DO SWITCH!

Como ficou explícito no texto, a principal razão por eu curtir tanto os jogos produzidos pela Nintendo é por conta dos divertidos momentos que vivenciei jogando nos consoles da empresa. Em minha opinião, são jogos bonitos, divertidos e que conseguem transmitir emoções, sem a necessidade de utilizar gráficos ultra-realistas ou exigir um hardware potente.

Por conta de eu ter começado minha jornadano Nintendo 64, acredito que muito possuem um passado ainda maior com a empresa, com histórias e momentos ainda mais interessantes do que os meus. Fico grato por todos que leram este texto e, caso você tenha sido um fã da empresa, peço que compartilhe comigo algum momento marcante proporcionado pelos jogos da Nintendo. Espero que tenham gostado, vejo vocês no próximo Aliança N!

 

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