“Projeto Gemini” chega aos cinemas no próximo dia 10 trazendo duas versões de Will Smith: uma de 50 e outra de 23. Feito digitalmente, o processo de rejuvenescimento do ator, porém, não é o único aspecto tecnológico revolucionário na produção. O longa foi captado em 3D+, formato que traz maior definição para os quadros e som e, assim, uma experiência mais imersiva para o espectador.

Filmar “Projeto Gemini” em 3D+ significa que o longa foi captado a uma taxa de 120 quadros por segundo (FPS), ou seja, Alta Taxa de Quadros (HFR), superior a tradicional velocidade de captação de 24 quadros por segundo. O HFR aproxima as imagens finais àquelas que o olho humano vê, colocando o espectador no centro da ação. Além disso, a produção de Lee utiliza a tecnologia do Alto Alcance Dinâmico (HDR) para trazer mais atenção aos detalhes. Gravado ainda em 3D nativo e 4K, o produto final é um filme com mais definição de imagem, cores, detalhes, movimento e som imersivo.

Ang Lee e outras pessoas da produção falaram sobre esse processo de captação e o formato em alta definição em vídeo divulgado:

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