A série Rock of Ages, chegou ao seu terceiro título. Desta vez, os jogadores não terão apenas a oportunidade de sair destruindo tudo com um enorme pedregulho ao som de músicas clássicas misturadas com rock, mas poderão também construir os seus próprios mapas para que outras pessoas possam sair destruindo tudo com um enorme pedregulho.

GRÁFICOS E HISTÓRIA

Rock of Ages 3: Make & Break segue a mesma fórmula de seus antecessores, com poucas inovações (que falaremos em breve). Seguindo uma estética de arte clássica, o jogo apresenta uma história irreverente inspirada na Odisseia, com Odisseu e seus homens precisando enfrentar o gigante Polifemo e escapar de sua caverna, logo em seguida sendo amaldiçoados por Poseidon e sendo forçados a viajar pelo tempo e pelo espaço enfrentando diversos povos e culturas. Esses embates, claro, se dão através de grandes pedras. Agora existem diversos tipos de pedregulhos, cada um com sua singularidade.

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O jogo está bem mais belo que o antecessor, mas isso não é novidade. O gráfico é baseado na arte clássica sim, mas durante algumas fazer você vê que também há um foco no detalhismo, sejam nas partículas das nuvens, na grama ou nos monumentos ao serem destruídos.

GAMEPLAY

Tem outros modos de jogos. O objetivo pode ser uma corrida, quem destrói mais objetivos ou um Tower Defense onde um constrói a defesa de seu castelo e o outro tenta derrubar tudo controlando seus pedregulhos. No modo campanha, você pode jogar em multiplayer, ou seja, além da história e do humor afinal você pode ter uma jogatina casual acompanhado(a).

split_screen

Rock of Ages 3 não inova em nada dentro de sua própria fórmula, que tem todo um charme e carisma. Há melhorias gráficas em relação ao seu antecessor, mas isso não é novidade sabendo que o antecessor lançou em 2012. O jogo entrega pouca novidade além dos novos mapas e quase nada de originalidade. 

A I.A. é muito fraca. Em fases onde a dificuldade se dava na respostar do I.A. às minhas ações o jogo chegava a ser ridículo de tão simples. Pelo menos era um refrigério em meio ás tribulações.

O única grande inovação para os amantes da saga é o seu criador de mapas. É muito bom e é suficiente para fazer a saga durar por mais um bom tempo. A questão é que se não fosse o longo hiato de 8 anos entre o antecessor e este, um único modo não seria o suficiente para continuação. Independente disso, no que toca ao próprio criador de mapas, ele está bem feito, é intuitivo e fácil de usar. Basta alguns poucos minutos e o jogador já saberá tudo o que é preciso para criar suas próprias pistas de destruição e compartilhar com a comunidade.

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RESUMO

Rock of Ages 3: Make & Break é um jogo bem feito, bem humorístico, divertido e sensacional, ainda que não construa muito a partir de seus antecessores. Apresenta quase nenhuma novidade, mas o modo construção será um grande atrativo para os antigos fãs de Rock of Ages. Quem é fã e/ou gosta do gênero, eu recomendo muito… Mas se você não curtiu os antecessores, deixa pra próxima.


PONTOS POSITIVOS

+Jogo super divertido

+Uma história complexa e cômica

+Multiplayer casual

+Tema gráfico bem definido

+Modo construção é intuitivo


PONTOS NEGATIVOS

-Quase nenhuma inovação em relação ao anterior

-I.A. muito fraca


Jogo disponibilizado digitalmente, via Steam.

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